A cigarra e a formiga
A história
da cigarra e da formiga talvez seja a mais famosa e difundida fábula de Esopo.
A narrativa breve, de apenas um ou dois parágrafos, traz dois animais
antagônicos como personagens: a formiga, símbolo do trabalho e do empenho, e a
cigarra, representante da preguiça e da displicência. Enquanto a formiga pensou
no longo prazo e trabalhou durante o verão para se abastecer no inverno, a
cigarra, imediatista, passou o verão a cantar, sem pensar na estação que viria
a seguir.
A cada bela
estação uma formiga incansável levava para sua casa os mais abundantes
mantimentos: quando chegou o inverno, estava farta. Uma cigarra, que todo o
verão levara a cantar, achou-se então na maior miséria. Quase a morrer de fome,
veio esta, de mãos postas, suplicar à formiga lhe emprestasse um pouco do que
lhe sobrava, prometendo pagar-lhe com o juro que quisesse. A formiga, que não é
de gênio emprestador; perguntou-lhe, pois, o que fizera no verão que não se
precavera.
— No verão,
cantei, o calor não me deixou trabalhar.
—
Cantastes! tornou a formiga; pois agora dançai.
MORAL DA HISTÓRIA: Trabalhemos para nos livrarmos do suplício da cigarra, e não aturarmos a zombaria das formigas.
Fonte: Cultura Genial
Imagem: Google


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