DISCURSO
DE POSSE NA ACADEMIA DE LETRAS DE ITABUNA (ALITA) – Por Renée Albagli Nogueira
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um comentário / Produção Literaria / Por Maria Vitoria
Ainda
há tempo para sonhar!
Ao
refletir sobre o Hino da Academia de Letras de Itabuna, de autoria do eminente
poeta e Presidente de Honra desta casa, Cyro de Mattos, percebo que suas
palavras ressoam com vigor e revelam a beleza de cada novo dia:
A
cidade contigo conhece
Que
a vida não é coisa vã,
É
a palavra solta a dizer
A
beleza de cada manhã.
Imortal
é tua maneira de ser,
Tua
luz que nunca se apaga,
Ideal
é a página que escreves
Pra
voar com as asas da alma.
Tudo
vale, tudo anda, com Deus,
Que
nos deu a razão e a emoção,
O
sentido de viver com o amor
Pra
dizer o que vem do coração.
Com
um dos símbolos da Alita, saúdo a ilustre Presidente desta Academia, Raquel
Rocha, cuja competência e dedicação engrandecem esta Casa. Saúdo todos os
confrades e confreiras e lhes digo que a presença de cada um de vocês na Alita
foi a maior inspiração para o desejo de compartilhar desta convivência, nesta
Casa de Cultura. Com o trecho do hino da ALITA “O sentido de viver com o
amor/Pra dizer o que vem do coração”, saúdo todos os familiares, na pessoa de
Cláudio, meu esposo, aqui presente, responsável por todo legado, que lhes
ofereço. A Academia de Letras de Itabuna, carinhosamente chamada ALITA, foi
fundada em 19 de abril de 2011, tendo como Patrono o escritor Adonias Filho. Hoje,
a Alita celebra 15 anos de atividades dedicadas às Letras e ao Saber, que sob a
liderança de Cyro de Mattos, com a participação dos juízes Marcos Antonio
Santos Bandeira e Antônio Raymundo Viveiros Laranjeira Barbosa, além do saudoso
promotor Carlos Eduardo Lima Passos da Silva, insistiram na criação de mais uma
Academia de Letras em Itabuna.

As
reuniões preliminares ocorreram na Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania
(FICC), onde foram discutidos o quadro de Patronos e de Membros Efetivos, o
Estatuto e o Regimento. A saudosa confreira Sônia Maron desempenhou papel
relevante na elaboração desses documentos.
Em
sua crônica, Cyro de Mattos destaca: “Avante, Academia de Letras de Itabuna,
com seu espírito de corpo constituído de valores indiscutíveis e formas de
conhecimento da vida desde o seu amanhecer, andamento para o bem das letras e
grandeza da cultura local, da Bahia e do Brasil”. E relembra os versos de
Fernando Pessoa: “Deus quer, o homem sonha e a obra nasce”.
Sempre
compreendi a Universidade como agente de desenvolvimento, cujo compromisso com
a sociedade deve estar fundamentado em bases ontológicas, epistemológicas e
metodológicas, contribuindo para o avanço educacional, social, político,
cultural, econômico e ambiental da região.
Por
essa razão, ressalto o imprescindível papel do professor, motivo pelo qual me
honra ocupar a cadeira de um docente da Universidade Estadual de Santa Cruz –
UESC, Professor Carlos Valder do Nascimento. E desta forma, homenageio todos os
professores da Universidade Estadual de Santa Cruz.
O
Professor Carlos Valder bacharelou-se em Direito pela Federação das Escolas
Superiores de Ilhéus e Itabuna (FESPI) em 1978 e obteve o doutorado na
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A sua tese abordou a adequação do
sistema tributário
nacional à ordem econômica e social. Ao longo de mais de
três décadas, exerceu a função de Professor Adjunto de Direito Tributário na
UESC. Também lecionou na Escola de Magistratura do Trabalho (EMATRA) e na
Escola Superior de Advocacia Orlando Gomes da OAB-BA.
Além
disso, atuou na área jurídica da Comissão Executiva do Plano da Lavoura
Cacaueira (CEPLAC), foi Procurador Seccional da Advocacia-Geral da União (AGU)
entre 1993 e 2003, Procurador-Chefe da Procuradoria Federal da Universidade
Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e advogado parecerista no Estado da Bahia.
Era membro efetivo da Academia de Letras de Ilhéus.
Na
instalação da Academia de Letras de Itabuna, Sabóia Ribeiro foi escolhido
Patrono da Cadeira número 23, que tenho a honra de ocupar nesta solenidade. Sua
escolha
representa grande valor cultural, pois foi precursor da Literatura do
Cacau e único ficcionista grapiúna a retratar, nas letras do cacau, a geografia
típica da região com seus dramas, costumes e valores, descrevendo episódios da
Barra do Rio de Contas, Taboquinhas e Vila do Arcanjo São Miguel, núcleos
humanos do início do século XX, pertencentes a Ilhéus e hoje integrando
Itacaré.
Sua
obra reflete o cotidiano da Região Cacaueira, com ênfase em contos realistas
que capturam tipos e cenários locais.
Nascido
em 07 de janeiro de 1898, em Jaguaribe, Ceará, era filho de Raymundo Francisco
Ribeiro, Juiz de Direito e um dos fundadores da Faculdade de Direito do Ceará,
e Maria José (Bandeira de Melo) Saboya Ribeiro, de famílias tradicionais.
Casado com Georgina Xavier de Oliveira, teve quatro filhos: Temira, Gilberto,
Nélia e Eliane.
Sua
vida multifacetada exemplifica a intersecção entre medicina, política e
literatura no Brasil do século XX.
Sua
vocação literária surgiu cedo: aos dezoito anos, quando estreou como crítico na
Folha do Povo, de Fortaleza, analisando o romancista Rodolfo Theófilo, com quem
manteve uma longa amizade, seguido de um ensaio sobre Pápi Junior.
Após
mudar-se para Salvador em 1920 e, posteriormente, para Ilhéus, imergiu na
cultura baiana, que inspirou suas narrativas. Nesse período colaborou com as
revistas A Luva e Renascença.
Em
1921, em visita ao Ceará, sob influência do Romantismo e Parnasianismo, recitou
seus primeiros versos, editados na Bahia, sob o título de Rosas de Malherbe,
álbum de poesia publicado como suplemento de O Malho.
Formou-se
em Medicina pela Faculdade de Medicina da Bahia, doutorando-se em 1926 com a
tese Ensaio Nasográfico de Augusto dos Anjos, analisando aspectos psiquiátricos
da poesia do autor paraibano.
Após
ser contratado pela Companhia Industrial de Tecidos, transferiu-se para
Valença. Posteriormente, casou-se com Georgina (Xavier de Oliveira) Sabóia
Ribeiro em 4 de fevereiro de 1928. Já estabelecido em Itapira (Ubaitaba), foi
responsável pela instalação da agência dos Correios e Telégrafos na localidade.
Aí, escreveu Rincões dos Frutos de Ouro e decidiu depois exercer a medicina em
Tijucas e Florianópolis, em Santa Catarina.
Aos
36 anos, em 1933, publicou Rincões dos Frutos de Ouro, livro de contos
ambientados na região do cacau do Sul da Bahia. Essa obra, também conhecida
como Tipos e Cenários do Sul Baiano, permaneceu como sua principal marca
literária, sendo objeto de referências e estudos acadêmicos.
O
livro foi aprovado por unanimidade no plenário da Academia Brasileira de
Letras, concedendo a Sabóia Ribeiro o Prêmio Ramos da Paz. A obra destaca-se
pelo realismo na representação de paisagens agrestes, vaqueiros e costumes
locais. Os contos evocam o sertão baiano através de descrições vívidas de
penedos, rios e tropeiros, evidenciando a influência do regionalismo.
Após
passar um ano no Acre, Sabóia Ribeiro retornou a Itapira (atual Ubaitaba), onde
foi eleito prefeito, exercendo o cargo entre 1937 e 1941. Durante sua gestão,
realizou a implantação da luz elétrica e a urbanização das praças.
Entre
1941 e 1947, Sabóia Ribeiro viveu em Ilhéus, onde exerceu atividades em
Pediatria e Clínica Geral, atuando tanto em seu consultório particular quanto
no Ambulatório Santa Isabel. Além disso, dirigiu a Escola Comercial de Ilhéus,
ministrando aulas de Português, e colaborou com o Diário da Tarde, utilizando o
pseudônimo João da Terra de Ninguém.
Em
dezembro de 1947, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se especializou em
Medicina Neonatal e passou a exercer funções no Hospital General Vargas,
atualmente conhecido como Hospital Bonsucesso.
Ele
publicou em 1957 o livro Roteiro de Adolfo Caminha, um estudo dedicado ao
romancista cearense, que lhe rendeu o Prêmio Adolfo Caminha.
Sabóia
Ribeiro faleceu em 07 de agosto de 1968 e o seu corpo está sepultado na
Catedral de São Sebastião no Rio de Janeiro.
Os
dados biográficos do escritor foram colhidos da biografia assinada por sua
filha, a professora e biblioteconomista Eliane de Oliveira Sabóia Ribeiro,
membro da Academia de Letras de Ilhéus.
A
produção literária de Sabóia Ribeiro inclui contos, poesias e ensaios, com foco
em temas regionais baianos e análises literárias. Embora não extensa em
quantidade, sua obra é impactante, especialmente na literatura regionalista.
Sabóia
Ribeiro destaca-se pelo uso apurado da linguagem regional e pela riqueza
vocabular, conferindo à sua narrativa profundidade e autenticidade. Sua escrita
revela um domínio singular das palavras, valorizando o universo cultural do Sul
da Bahia.
No
conto Gente Nativa, do livro Rincões do Cacau, o autor retrata com intensidade
a volatilidade dos preços do cacau e seus efeitos devastadores sobre a vida dos
pequenos lavradores. O protagonista, Manuel Calixto, simboliza o produtor rural
que, entre a esperança de uma safra promissora e a decepção com a queda dos
preços, enfrenta adversidades provocadas por fatores externos e especulações de
mercado. Após árdua dedicação, Calixto vê sua produção desvalorizada e, movido
pelo desespero, opta por destruir o fruto de seu trabalho no rio, diante do
olhar perplexo da comunidade.
A
narrativa de Sabóia Ribeiro dialoga com a realidade atual, deixando evidente
que o pequeno produtor permanece vulnerável a oscilações relevantes causadas
por fatores como mudanças climáticas, doenças nas lavouras, variações na
demanda global e a influência de grandes agentes financeiros internacionais.
O
autor emprega termos típicos do universo rural baiano, como arrobas, burrama,
embandeirar, panacú, tulha dos caroços, entre outros, compondo um retrato vivo
e particular do ambiente cacaueiro. Essa escolha lexical não apenas ambienta o
leitor, mas também valoriza a cultura local e o aproxima das experiências dos
lavradores.
Sabóia
Ribeiro constrói sua beleza poética a partir da oralidade, da força das imagens
e da musicalidade das palavras, como se observa em trechos de Gente Nativa, de
Rincões do Cacau:
Ao
iniciar o conto, o autor descreve o otimismo que permeia a comunidade rural
diante das promessas de uma safra abundante: “Florara, cedo, o cacaueiro, a
mais não poder, e os preços se anunciavam bastante altos, com tendência a subir
sempre, adiantavam as pessoas que liam os jornais vindos da capital. Todos
exultavam diante da próspera perspectiva” (Ribeiro.2005, p.73).
Essa
euforia é reforçada pelas imagens da natureza exuberante, que Sabóia Ribeiro
retrata com delicadeza, revelando o cenário das plantações de cacau em pleno
florescimento:
Logo
em março, a floração vestia, abundante, as extensas plantações — pequenina,
branca, cor de espermacete, pétalas escancaradas. O tempo permanecia sempre
ótimo. Sol escasso, chuvas miúdas, as terras bem refrescadas. O vento, uma
eterna e fagueira brisa (Ribeiro, 2005, p.73).
No
entanto, o autor também revela o ambiente agreste e suas sutilezas, com uma
descrição visualmente marcante, em que Manuel Calixto, tomado pelo desespero e
raiva, leva seus burros até o rio para romper os sacos de cacau com golpes de
faca, despejando toda a produção na água.
Diante
das pétreas lâminas, que se continuavam, desde a margem, rio a dentro,
desenhando uma imagem confusa, que obrigava à maior cautela, com frequentes
hiatos, que formavam, dentro da caudal, pequenas poças invisíveis e traiçoeiras
— os animais velhacavam, fungando, ao encostar as broncas narinas na superfície
da água (Ribeiro, 2005, p.81).
Sabóia
Ribeiro destaca a importância do pequeno produtor como origem e sustentáculo do
ciclo produtivo, ao tempo que evidencia a desigualdade existente entre os
diferentes agentes do campo, revelando o ciclo de endividamento que marca a
trajetória do pequeno cacauicultor.
No
seu conto O Cacau e o Fazendeiro, escrito em 1966, ele diz:
Era
simples, antigamente, ser fazendeiro de cacau. O pequeno, esse, já possuía
denominação diferente, própria: burareiro. Mas era desse que nascia aquele.
[…]
O invasor, de seu, só trazia uma coisa, afora a família: sua disposição de
trabalhar, deitar roça.
Outros
vieram, depois, de mais longe: de Sergipe, da caatinga, do São Francisco.
Sim,
havia o comércio. O pequeno lavrador fazia a sua compra, acertava pagar com o
cacau, quando o colhesse. Fazia, assim, a sua conta. Cacau, é bom saber, só dá
colheita depois de cinco anos. Então, aos primeiros frutos, aquela conta já
havia crescido bastante, com juros e tudo. De modo que o burareiro, ao estrear
como produtor, é já um endividado (Ribeiro, 2005, p.165).
Assim,
Sabóia Ribeiro entrelaça, com sensibilidade, a esperança dos lavradores, a
beleza da natureza e os desafios do cotidiano rural, proporcionando ao leitor
uma experiência poética e realista da vida na região cacaueira do Sul da Bahia.
Este
ano, a Editus – Editora da Universidade Estadual de Santa Cruz, fundada em
1996, celebra três décadas de trajetória. A criação da editora representou um
dos projetos culturais mais significativos de nossa gestão à frente da
reitoria, idealizado para dar voz escrita à produção literária, científica e
cultural do corpo docente, reafirmando o papel da universidade como produtora
de conhecimento, e publicar títulos de escritores regionais.
A
Editus teve uma estreia brilhante sob a direção da Professora Maria Luiza Nora
Andrade, autora do livro de poemas A Ética da Paixão e uma das integrantes da
ALITA.
Vale
destacar que a inauguração da Editus contou com obras publicadas de dois
grandes escritores: Cyro de Mattos (Doutor Honoris Causa pela UESC), do
romancista e articulista Euclides Neto, além do Professor Flávio José Simões
Costa, personalidade importante na história do ensino superior de nossa região.
Cyro de Mattos apresentou o livro Berro de Fogo e Outras Histórias; Flávio
Simões lançou Antônio Conselheiro, Louco?; e Euclides Neto publicou o seu livro
Dicionareco das Roças de Cacau.
A
Quarta Revolução Industrial trouxe a Revolução Digital, baseada no aprendizado
de máquina e na inteligência artificial. Essencialmente, a inteligência
artificial substitui tarefas repetitivas.
Entretanto,
nesta nova era, a criatividade humana continuará sendo indispensável, assim
como a empatia e a coragem. As dimensões emocionais e afetivas permanecem
exclusivas do ser humano; as máquinas jamais serão capazes de tocar uma
sinfonia de Beethoven, cantar uma ária de La Traviata de Verdi ou interpretar
uma peça de Shakespeare nos palcos.
Para
ilustrar, gostaria de afirmar que a inteligência artificial não será capaz de
interpretar as emoções do nosso Reitor Poeta Alessandro Fernandes de Santana,
quando escreveu o seu livro Rascunhos Reais.
Do
mesmo modo, a inteligência artificial jamais substituirá a pesquisadora e
ensaísta Maria de Lourdes Neto Simões (Tica Simões), cuja produção literária
capta o pensamento sobre os limites do gênero que orientam o século XXI, unindo
questões teóricas relativas à literatura, ao patrimônio cultural e à viagem, ao
tempo em que adentra o olhar para a produção literária sul-baiana.
Tampouco
poderá replicar a literatura em versos e prosas de Ruy do Carmo Póvoas, Doutor
Honoris Causa pela UESC, autor de obras como Vocabulário da Paixão, A linguagem
do Candomblé, A Fala do Santo, Da Porteira para Fora e A Viagem de Orixalá.
Igualmente,
a inteligência artificial não conseguiria conceber e executar os projetos da
historiadora Janete Ruiz de Macêdo, responsável pela criação do Centro de
Documentação Regional – CEDOC, na UESC, e pela implementação de arquivos
municipais em 23 municípios.
E
para provar que os componentes emocionais e afetivos são atividades que a
Inteligência Artificial não saberá fazer, citamos a escritora e romancista
Margarida Cordeiro Fahel, cujas obras são reveladoras não só da sua
inteligência, alta sensibilidade e sentido ético da vida, além de, para mim,
proporcionar uma experiência enriquecedora de convivência.
Na
segunda orelha do livro Entre Margens, de Margarida Fahel, o jornalista e
cronista Antônio Lopes escreveu:
A
autora fala de gente, e gente oscila entre a extrema bondade e a reles
mesquinharia, temas universais, idiossincrasias que formam esse tipo faceiro
dito homo sapiens[…]. Na tessitura de Margarida Fahel, bordadeira de invejável
perícia, o bem vence o mal, a virtude se impõe ao pecado: os maus recebem o
castigo; os bons a recompensa. Não creio que possa haver melhor mensagem para
nossa tão sofrida realidade (Fahel, 2018).
Esta
é Margarida Fahel, escritora e ex-vice-reitora da UESC, com quem tive o
privilégio de conviver!
Reitero:
os componentes emocionais e afetivos são atividades que a inteligência
artificial jamais saberá realizar, como se observa no cuidado exemplar
oferecido por meu genro Cyro Serpa e minha filha Cláudia aos meus netos, Luís
Fernando
e Isabel, para que cultivem e preservem valores essenciais como inteligência,
sensibilidade e ética.
Para
concluir, afirmo: a máquina nunca poderá substituir a grandeza do ser humano!
Esta é minha convicção. E, ao assumir uma cadeira nesta Casa de Produção
Literária, convido todos à reflexão sobre esse tema.
Referências:
RIBEIRO,
João Felipe Sabóia. Rincões dos frutos de ouro (tipos e cenários do sul
baiano). 2. ed. Rev. e ampl. Ilhéus, BA: Editus, 2005.
FAHEL,
Margarida Cordeiro. Entre Margens. 1. ed. Ibicaraí, BA: Via Litterarum Editora:
2018.
Minicurrículo
Renée
Albagli Nogueira. Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia.
Mestra em Gestão Universitária pela Universidade Estácio de Sá, no Rio de
Janeiro. Aperfeiçoamento na DePaul University, em Chicago, USA. Especialista em
Genética pela Unicamp e em Biologia Geral pela PUC Minas. Licenciada em
Biologia Celular pela Universidade Santa Úrsula. Reitora da Universidade
Estadual de Santa Cruz (1996-2000 e 2000-2004); Conselheira Estadual de
Educação (2004-2008 e 2008-2012); e Presidente do Conselho Estadual de Educação
(2007-2008).
Fonte: Site da ALITA
Discurso de posse da doutora Renée Albagli na Academia de Letras de Itabuna - ALITA
Fotos: Produção
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