(19 de abril 2011)
15 Anos da Academia de Letras de Itabuna - ALITA - R. Santana
A menina Alita veio ao
mundo, no dia 19 de abri de 2011, às 10:30 h, nas dependências da FICC, aconchegada
nos braços femininos de Sione Porto, Sônia Maron, Marialda Jovita, Genny Xavier,
Maria Luíza Nora (Baísa) e Lurdes Bertol; do outro lado, num parto fórceps,
difícil, os “obstetras” Cyro de Mattos, Marcos Bandeira, Ruy Póvoas, o saudoso
Eduardo Passos, Antônio Laranjeira, Gustavo Fernandes Veloso e o filho de dona
Leonor, também, estava lá. A criança, imediatamente, recebeu na pia de batismo o nome feminino
de Alita e, fez-se chegar ao Cartório de Registro de Nascimento, depois de
muita discussão entre os pais quem seria o padrinho, foi escolhido, o escritor
Adonias Filho.
Depois dessa data, novos
parentes chegaram e continuam chegando para menina Alita. Hoje, ela celebra
seus 15 anos de vida. Desde sua data de nascimento, teve que conviver com muitos
desencontros, parentes de egos inflados e vaidosos. Alguns reivindicam a
paternidade para si, outros, consideram-na de somente importância, mas a menina
Alita cresceu com desenvoltura, independência, lucidez e sabedoria.
Hoje, a menina Alita adolescente é
reconhecida em sua comunidade, já produziu nesse tempo de vida breve, muitos
frutos, embora, continue simples e dadivosa, sempre aberta para absorção de
novas ideias, o tempo a rejuvenesce e não a envelhece.
Às vezes, ela desentende-se
com alguns parentes que querem empanar sua história de vida. Não reconhecem que,
muitos sacrificaram seus interesses pessoais em prol de suas necessidades existenciais.
Se não fossem mulheres e homens abnegados, sonhadores, produtores de ideias, sua
vida não teria chegado ao frescor da adolescência e ideias de maturidade e
velhice.
Muitos foram seus pais
adotivos, gente criativa, gente que desprendeu tempo e recursos para que a
menina Alita seja, hoje, uma moçoila bonita e faceira, faz muito tempo, botou sua
coirmã AGRAL para trás. O primeiro pai adotivo foi Marcos Bandeira. Pai carinhoso,
compreensivo, educado e de fino trato com as pessoas. Depois, foi a saudosa
Sônia Maron, mulher altiva, guerreira, franca, mas, facilmente influenciável
pelos tios egoístas e narcisista da menina. A gentil e doce Silmara Oliveira, pedagogicamente,
ela corrigiu os desvios de conduta da menina Alita. Porém, seu pai mais
pacífico e justo foi Wilson Caetano. Homem que por detrás da cara de poucos
amigos, esconde um nobre coração. Sua mãe adotiva atual, é a psicóloga, Raquel Rocha,
decerto, preocupa-se com seu bem-estar material e social, é uma grande mãe que
será lembrada pela mulher madura Alita.
Enfim, a parentada deseja
que a menina Alita cresça em conhecimento e sabedoria. Nós iremos passar, ela
ficará para sempre representando o pensamento da ciência, da poesia, da ficção,
da arte e da literatura do Sul da Bahia, quiçá da Bahia e do Brasil.
Autoria:
Rilvan Batista de Santana
Membro fundador da Academia de Letras de Itabuna – ALITA
Fotos:
Produção
Ponto de Leitura: rilvanbatistadesantana.blgspot.com


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Estimular a leitura e a aprendizagem de jovens e adultos