6.07.2026

O Caráter na Liderança - Robert Tamasy

O Caráter na Liderança

Por Robert Tamasy

De verdade, o que é liderança? Ou, fazendo a pergunta de outra maneira, quais são as qualidades de um bom líder?

Incontáveis livros e artigos têm sido escritos sobre líderes e liderança.  Palestrantes têm feito carreira viajando de cidade em cidade, falando em jantares, encontros e conferências, apresentando suas opiniões sobre a liderança eficiente. Portanto, seria difícil encontrar uma resposta definitiva com a qual todos concordassem.

Pensamos em bons líderes como pessoas habilidosas que fazem as coisas acontecerem ou que motivam outras pessoas a fazerem as coisas. Existe uma variedade de estilos em liderança. Algumas pessoas dirigem, dando ordens aos seus subordinados. Outras são excelentes em delegar autoridade (bem como responsabilidade) aos seus subalternos. Outras ainda, preferem estar envolvidas mais diretamente, empregando uma abordagem tipo “mãos à obra” para liderar sua equipe. 

Mas sempre que consideramos indivíduos que se distinguiram entre seus inúmeros parceiros, líderes que provaram ser dignos de serem seguidos, um denominador comum parece assomar: caráter. Assim, quer estejamos entrevistando um candidato a ocupar o posto de alto executivo, ou buscando preencher um cargo de administração mediano, e até mesmo elegendo o candidato a um posto eletivo – sendo este um ano de eleições presidenciais nos Estados Unidos – caráter parece ser um dos fatores que devemos levar em conta. 

Evidentemente, aqui novamente poderíamos nos engajar num acalorado debate sobre o que abrange “caráter”. Seria bom considerarmos a sabedoria da Bíblia, testada pelo tempo, e a forma como ela descreve líderes eficientes. Como geralmente acontece, o livro de Provérbios é um excelente ponto de partida. Aqui estão alguns exemplos:

Bons líderes valorizam a sabedoria. Um dos benefícios da tecnologia moderna tem sido o acesso ilimitado à informação e conhecimento. Isso, porém, não nos proporciona sabedoria. Ela somente pode ser obtida buscando aplicar corretamente o que sabemos.  “Com sabedoria se constrói a casa, e com discernimento se consolida. Pelo conhecimento os seus cômodos se enchem do que é precioso e agradável.”  (Provérbios 24:3-4).

Bons líderes se apoiam no parecer de conselheiros confiáveis. Sabendo que existem inúmeras maneiras de encarar um problema e muitas soluções possíveis, um bom líder não é orgulhoso e solicita o conselho de companheiros confiáveis antes de agir em assuntos de grande importância. “Os planos fracassam por falta de conselho, mas são bem-sucedidos quando há muitos conselheiros.”  (Provérbios 15:22). “Quem sai à guerra precisa de orientação, e com muitos conselheiros se obtém a vitória.” (Provérbios 24:6).

Bons líderes encaram seu papel com humildade. Vivemos numa era em que o barulhento, impetuoso e franco tendem a receber maior atenção, mas existe algo estranhamente atraente naqueles que não se têm em tão alta conta. “A recompensa da humildade e do temor do Senhor são a riqueza, a honra e a vida. (Provérbios 22:4). “O orgulho do homem o humilha, mas o de espírito humilde obtém honra.” (Provérbios 29:23). 

Bons líderes falam com discrição. A palavra falada pode ser usada para levantar – ou destruir. Líderes medem suas palavras para obter o melhor efeito. “Quando são muitas as palavras, o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato.” (Provérbios 10:19). “Os lábios do justo sabem o que é próprio, mas a boca dos ímpios só conhece a perversidade.” (Provérbios 10:32).

 

6.06.2026

O Imenso Valor da Empatia - Rick Boxx

O Imenso Valor da Empatia

Por Rick Boxx

 

O principal hospital do Texas construiu uma torre de U$ 165 milhões,  destinada a moderníssimas instalações médicas. Contudo, a equipe de funcionários ficou perplexa ao descobrir que, apesar do enorme investimento financeiro, o nível de satisfação dos pacientes estava em desanimador 1%. O CEO do hospital declarou ao Washington Post que fora feito que um estudo para detectar a causa do elevado nível de insatisfação. O ingrediente negligenciado, disse o alto executivo, era empatia.

Determinado a remediar a situação, o hospital adotou medidas decisivas para corrigir o problema. Desenvolvendo novo treinamento, forneceu a todos os funcionários instruções importantes sobre como praticar uma liderança de serviço, dando-lhes maior autoridade para satisfazer as necessidades dos pacientes sem que fosse preciso receber aprovação de uma supervisão. 

Foram notáveis os resultados decorrentes do treinamento e remodelagem do ambiente de trabalho dentro do hospital. Com o tempo, o nível de satisfação dos pacientes foi de 1% para 90%.  Devido ao fato de a equipe ter aprendido a focar mais nas necessidades do paciente ao invés de simplesmente concluir as tarefas que lhes tinham sido atribuídas, os pacientes se sentiram mais bem cuidados e valorizados, e não apenas como casos médicos sem identidade ocupando quartos específicos.

O salmista abordou a importância deste tipo de sensibilidade em Salmos 69:20 quando escreveu: “A zombaria partiu-me o coração; estou em desespero! Supliquei por socorro, nada recebi; por consoladores, e a ninguém encontrei.” 

Isto é tão verdadeiro hoje em dia como era então. Quando uma pessoa está em um leito de hospital, sofrendo de algum mal ou se recuperando de uma cirurgia, precisa sentir que alguém se importa e compreende seu sofrimento e temores, tanto quanto precisa de um tratamento médico especializado.

Contudo, empatia não é algo que se espera receber apenas dentro de instalações médicas. Na maioria dos negócios, os clientes buscam por alguém que se importe, estejam eles comprando um carro, avaliando programas de software, alugando um espaço para escritório ou escolhendo o local perfeito para um evento. A capacidade de demonstrar um cuidado sincero para com os clientes, certamente recompensará você largamente, com sua lealdade e patrocínio constantes.

Aqui estão alguns princípios bíblicos que se aplicam à forma como devemos tentar cultivar um espírito de empatia para com aqueles que somos chamados a servir como empresários e profissionais: 

Olhe as coisas pela perspectiva deles.  Pergunte a si mesmo:  Se eu fosse o paciente – ou o cliente – como gostaria de ser tratado? A resposta que você der pode ser um bom indicativo de como deveria tratar seus próprios clientes buscando satisfazer suas necessidades e responder a suas preocupações. Jesus disse o mesmo em Sua chamada “regra de ouro”: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam...” (Mateus 7:12). 

Coloque seus interesses de lado e foque nos outros.  Somos todos egocêntricos numa certa medida; é preciso uma grande dose de trabalho intencional para mudar o foco para outras pessoas. Mas é isso o que precisamos fazer para conquistar altos níveis de satisfação por parte de nossos clientes. “Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmo. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros.” (Filipenses 2:3-4).   

Questões Para Reflexão ou Discussão   

1. Como você reagiria ao descobrir que o nível de satisfação em sua empresa beira 1%? Que medidas imediatas você tomaria para resolver o problema?

2. Lidar com pessoas é um desafio e não podemos agradar a todas, o tempo todo. Sendo assim, por que a satisfação do cliente é tão importante, já que não podemos controlar a forma como eles se sentem? 

3. Como você definiria “empatia” no tocante às situações do ambiente de trabalho? Como ela se daria em sua interação com colegas, equipe, vendedores e fornecedores, e não apenas com seus clientes?

4. Por que nós, às vezes, deixamos de considerar importante tratar as outras pessoas como gostaríamos de ser tratados se estivéssemos no lugar delas? O que podemos fazer para evitar a repetição desse erro?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 15:30; 20:28; 22:1,4; 27:23-27; 28:2; Atos 20:35; Romanos 12:10.


Fonte: Rick Boxx

YouTube  

 

 

6.05.2026

Tente me Amar - Cristiane Sobral

 





Tente me Amar

Tente me amar
Enquanto a chuva não vem
Depois que o leite derramar
Ame como nunca amou ninguém

Tente me amar
Sem pensar em voltar
No balanço do trem
Esperando a hora certa
De fazer um neném

Tente me amar
Sem desculpas pra me deixar
De anel no dedo
Ame completamente sem medo

Tente me amar
Sem me confundir com ninguém
Enquanto seu lobo não vem
Tente me amar
E consiga.


Cristiane Sobral

Fonte: Pensador

Foto:Google


 

Recompensas por Refrear a Língua Por Rick Boxx

Recompensas por Refrear a Língua

Por Rick Boxx


Há um antigo ditado americano que diz: “Língua solta afunda navios.” O seu equivalente britânico – “O falar descuidado custa vidas” tem o mesmo significado – cuidado com o falar sem refletir. Durante a II Guerra Mundial essas frases eram usadas como forma de alerta nas discussões sobre manobras dos navios ou para que não vazassem informações vitais para os espiões. Não faz sentido deixar que o inimigo conheça seus planos.

No mundo empresarial e profissional, normalmente não nos vemos como estando “em guerra”, mas ainda assim o princípio se aplica. Palavras descuidadas ou irrefletidas podem causar grandes danos. “Línguas soltas” podem destruir amizades e relacionamentos com clientes, transformando virtuais sucessos em fracassos.

Veja o que aconteceu com Don, por exemplo. Ele havia formado uma sociedade com um amigo próximo. Infelizmente, os dois tiveram uma discussão séria e Don deixou a empresa irado, magoado, sofrendo  substancial perda financeira sem que a culpa fosse sua. 

Ele considerou a possibilidade de processar seu ex-sócio e lutou com a tentação de depreciá-lo quando surgisse a ocasião certa. Afinal de contas, Don tinha sido vítima de um malfeito e sentia que justiça deveria ser feita. Entretanto, após muita oração e o conselho de amigos confiáveis, ao invés de buscar vingança, Don escolheu honrar a Deus. Ele manteve contato com seu ex-sócio e demonstrou a ele, por palavras e atos, o amor incondicional de Jesus Cristo sempre que surgiu uma oportunidade. 

Don também escolheu abster-se de falar depreciativamente a outras pessoas sobre seu outrora sócio. Cerca de um ano depois, Deus restaurou a amizade, bem como a parceria. Por ter se refreado e não falado negativamente sobre seu sócio, não houve necessidade de contornar estragos, nem curar feridas desnecessárias. 

É por isso que passagens bíblicas, como Provérbios 10:19, são tão poderosas e úteis. Esta nos ensina: “Quando são muitas as palavras, o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato.”  Uma maneira de aplicar esta admoestação é adotar uma boa visão de longo prazo e refrear a língua, quando alguém nos fere. Nunca sabemos o que o futuro nos reserva. Aqui estão outras passagens das Escrituras para reflexão:

A língua, difícil de domar.  Assim como um pequeno freio controla um cavalo ou o leme governa um grande navio, a forma como usamos nossa língua afeta o curso de nossa vida. “...a língua é um pequeno órgão do corpo, mas se vangloria de grandes coisas. Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha. Assim também a língua é um fogo; é um mundo de iniquidade. Colocada entre os membros do nosso corpo...”  (Tiago 3:5-6). 

Um instrumento tanto para o bem quanto para o mal.  Seja num encontro de negócios, numa conversa privada ou num palanque diante de muitas pessoas, a língua pode servir como instrumento para curar ou como arma de destruição. “Os lábios do justo sabem o que é próprio, mas a boca dos ímpios só conhece a perversidade.”  (Provérbios 10:32). “Há palavras que ferem como espada, mas a língua dos sábios traz a cura.” Provérbios 12:18. 

O uso que fazemos das palavras pode nos beneficiar ou prejudicar.  Sendo cautelosos com o que falamos e com a forma como falamos, o dia passa suavemente. Se falarmos tolamente e impulsivamente, um bom dia poderá ser rapidamente arruinado. “Quem guarda a sua boca guarda a sua vida, mas quem fala demais acaba se arruinando.” (Provérbios 13:3). 

 

Questões Para Reflexão ou Discussão   

1.  Você já tinha ouvido o ditado “Língua solta afunda navios.”  ou “O falar descuidado custa vidas”? O que isto significa para você?

2.  O que você pensa do exemplo de Don? 

3.  É difícil evitar retaliar outras pessoas quando sentimos que elas nos causaram danos ou fomos tratados injustamente?

4.  A amizade e a parceria de Don com seu amigo foram restauradas. E se sofrermos injustiça e não tivermos um final feliz? Nossa determinação para não nos vingarmos ou desacreditarmos quem nos ofendeu teria sido imprudente? Por quê?

Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Provérbios 4:24; 10:20-21; 11:12; 12:13-14; 13:13; 15:2,7,28; Tiago 3:3-12. 

 

 

6.04.2026

Riqueza de Deus - João de Paula

 







Riqueza de Deus.

João de Paula

 

Assim é Você:

Rica em amor.

Em bondade

Em generosidade

Em colaboração

Em valorização

Em gratidão

Em acolhimento

Em participação

Em doação

Em gentileza

Em misericórdia.

Em servir

Em fazer o bem

Em ser amado de Deus

Amado por todos nós.

Assim é você.

Um Presente de Deus.

Amém!


Autoria: João de Paula, jornalista.

Foto: Google


Ponto de Leitura: rilvanbatistadesantana.blogspot.com

Verbos, pronomes e assassinos (Um constrangimento, na época, com a morte de um Magnífico Reitor) - Agilson Cerqueira

Verbos, pronomes e assassinos (Um constrangimento, na época, com a morte de um Magnífico Reitor)

Agilson Cerqueira

I

Há um corpo caindo dentro da frase, e o verbo cai junto: suicidou. Bastava. Mas a língua nunca aceita o abismo sem acrescentar alguma coisa. Vem então o “se”, tardio, como se o gesto precisasse voltar contra o próprio corpo para existir.

O pronome fica ali, preso à frase como um resto. Um eco curto. Uma sobra. Mata-se sempre, por dentro, sem saída possível do próprio corpo. O “se” pesa na boca como matéria inútil, um pequeno excesso tentando tocar aquilo que já não pode ser reparado.

II

Depois dizem: suicidaram-no.

E a frase se rompe um pouco.

Abre-se uma fresta mínima por onde entra alguma coisa de fora. O verbo já não pertence apenas a quem cai. Há outras presenças ali, mal percebidas, escondidas no modo como a frase se constrói. Mãos invisíveis. Pressões. Vozes.

O “no” não explica. Apenas aponta.

Breve, seco, quase frio.

O acontecimento deixa de caber dentro de uma única consciência. O sentido escapa para esse plural sem rosto que age e desaparece ao mesmo tempo. Aqui, o pronome não sobra nem ornamenta. Ele acusa em silêncio.

Sem nomear ninguém.

III

E então resta o verbo suspenso: justiçar.

Talvez dito no futuro — vós justiçareis —, porque o futuro afasta o peso das ações. Nele, tudo parece menos brutal. A violência ainda não aconteceu. O sangue ainda não apareceu. A culpa pode esperar.

Mas o presente permanece.

Denso. Quente. Irremovível.

No presente, toda palavra já toca o mundo. Quem fala altera alguma coisa, mesmo sem perceber. Nenhuma frase passa intacta pelo corpo de quem a escuta.

A linguagem também fere.

Corta devagar, quase sem ruído, e decide antes de qualquer tribunal. Entre verbos e pronomes, o julgamento acontece escondido dentro da própria língua, onde cada escolha carrega um peso que ninguém assume por inteiro, mas que continua ali.

Agilson Cerqueira
Engenheiro, Matemático, Professor, Prosador e Artista Plástico. 
Licença: Creative Commons

6.03.2026

Nordeste - Jorge de Lima

 







Nordeste

Nordeste, terra de São Sol!

Irmã enchente, vamos dar graças a Nosso Senhor,

que a minha madrasta Seca torrou seus anjinhos

para os comer.

São Tomé passou por aqui?

Passou, sim senhor!

Pajeú! Pajeú!

Vamos lavar Pedra Bonita, meus irmãos,

com o sangue de mil meninos, amém!

D. Sebastião ressuscitou!

S. Tomé passou por aqui?

Passou, sim senhor.

Terra de Deus! Terra de minha bisavó

que dançou uma valsa com D. Pedro ii.

São Tomé passou por aqui?

Tranca a porta, gente, Cabeleira aí vem!

Sertão! Pedra Bonita!

Tragam uma virgem para D. Lampião!

 

Autor: Jorge de Lima

Foto: GOOGLE

Oto Lara Resende - Biografia

Biografia

Sexto ocupante da Cadeira 39, eleito em 3 de julho de 1979, na sucessão de Elmano Cardim e recebido pelo Acadêmico Afonso Arinos de Melo Franco em 2 de outubro de 1979.

Otto Lara Resende nasceu na cidade de São João del-Rei, a 1º de maio de 1922. Filho de Antônio de Lara Resende e Maria Julieta de Oliveira Resende. Faleceu no Rio de Janeiro a 28 de dezembro de 1992.

Formou-se em Direito pela Universidade de Minas Gerais. Jornalista de notável capacidade de expressão colaborou em "O Globo", "Zero Hora" e na "Folha de São Paulo", além de outros periódicos de menor expressão.

Pertenceu ao famoso grupo de intelectuais mineiros que teve como expoentes, de projeção nacional, Emílio Moura, Guilhermino César (mais tarde radicado no Rio Grande do Sul) e, posteriormente, Hélio Pellegrino, Aníbal Machado, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Pedro Nava, e Carlos Drummond de Andrade, que se destacaram não só pelos laços de companheirismo, como, principalmente pelo significativo valor de seus escritos.

Na década de 1960 Otto Lara, genro do Governador de Minas Gerais Israel Pinheiro, fez parte da Embaixada do Brasil em Lisboa, na qualidade de Conselheiro Cultural onde teve de procurar dar solução à difícil questão dos "excedentes" brasileiros matriculados em Universidades de Portugal.


Fonte: ABL

Foto: Google

Destaques

PROSEANDO A MENTE INQUIETA -Agilson Cerqueira

PROSEANDO A MENTE INQUIETA Agilson Cerqueira Há em mim um prumo quebrado e uma régua incapaz de medir o abismo. Carrego instrumentos feitos ...

Última semana