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5.12.2026

DISCURSO DE LANÇAMENTO DA REVISTA GURIATÃ Nº 7 - Clóvis Silveira Góis Júnior (*)

 

DISCURSO PROFERIDO NA SOLENIDADE DE LANÇAMENTO DA REVISTA GURIATÃ Nº 7. – Por Clóvis Silveira Góis Júnior

Deixe um comentário / Produção Literaria / Por Maria Vitoria

    A cada lançamento de uma Guriatã, a sexta arte se enriquece. Aqui, a literatura grapiúna é representada por uma plêiade de intelectuais que, após imergirem em um processo cognoscitivo e sapiencial, exteriorizam, por meio da escrita, sua maneira de entender o mundo. Não o fazem apenas como forma de registro factual ou histórico, mas com elegância, espontaneidade, graça, estilo, suavidade e coesão. Os saberes alitanos são, assim, anualmente transmitidos a insignes e ávidos leitores — aqueles que não se satisfazem com escritos rasos, ordinários e transitórios.

    A serventia de uma boa leitura é extraordinária: nutre o intelecto, regala o coração, acalenta a alma e promove agudeza de espírito. É quase um presente divino! Asseguro aos presentes que as confreiras e os confrades da Academia de Letras de Itabuna, cientes de tamanha responsabilidade — quase um sacerdócio —, continuam a produzir textos condizentes com essa expectativa. Sem falsa modéstia, o material publicado em nossa revista é a fina-flor da literatura sul-baiana.

    Em tempos de leitura fast food, de textos rasteiros, de polarização política, de pensamentos engessados por ideologias, de extrema mornidão e acomodação intelectiva e de elogios à parvoíce, certamente o leitor da Guriatã assemelha-se a um tuaregue diante de uma cacimba de água fria.

    A nossa revista é obra seminal da literatura grapiúna, servindo, inclusive, para estimular e moldar novos escritores, ao dar azo a criativas e refinadas produções.

    Abarcando uma pluralidade de gêneros literários, as produções desta sétima edição são chanceladas por alitanos.

    Publicamente, agradeço e enalteço a participação de Ceres Marylise, de Maria Luíza Nora (Baísa) e de Raquel Rocha, conspícuas alitanas que compõem o nosso Conselho Editorial.

    Ceres, “compartilhar é palmilhar o mesmo caminho e chegar juntos ao destino desejado.” Baísa, “em cada entrega, reafirmamos nosso compromisso.”

    Raquel, “acima de todas as liberdades, dê-me autonomia!”

    Confreiras do Conselho Editorial, as palavras que lhes dedico são: compartilhar, entrega e autonomia

    Desejo uma leitura proveitosa e prazerosa. Clóvis Silveira Góis Júnior (Diretor da Revista)


Clóvis Silveira Góis Júnior (*)

Casado com a pedagoga Iara Souza Setenta Góis, com quem tem dois filhos: Felipe Setenta Góis e João Marcos Setenta Góis. Servidor público federal da Justiça do Trabalho há 38 anos. Graduado em Administração e licenciado em História, diretor da Revista Guriatã (2024/2026) e membro titular do IGHB – Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. Administra o perfil @historiagrapiuna. Publicou três livros: “A Gênese do Adventismo Grapiúna”, “Sequeiro do Espinho: passos de um conflito” e “A história de Itabuna em 1.300 eventos cronológicos e ilustrados”.
Na Academia de Letras de Itabuna – ALITA ocupa a Cadeira 34, tendo como patrono Jorge Calmon Moniz Bittencourt.


Ponto de Leitura: rilvanbatistadesantana.blogspot.com

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