O mundo do sertão
Diante de mim, as malhas
amarelas
do mundo, Onça castanha e
destemida.
No campo rubro, a Asma
azul da vida
à cruz do Azul, o Mal se
desmantela.
Mas a Prata sem sol
destas moedas
perturba a Cruz e as
Rosas mal perdidas;
e a Marca negra esquerda
inesquecida
corta a Prata das folhas
e fivelas.
E enquanto o Fogo clama a
Pedra rija,
que até o fim, serei
desnorteado,
que até no Pardo o cego
desespera,
o Cavalo castanho, na
cornija,
tenha alçar-se, nas asas,
ao Sagrado,
ladrando entre as
Esfinges e a Pantera.
Fonte: Cultura Genial
Foto: Google

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