7.03.2026

MAR TRANQUILO - João Batista de Paula

 

MAR TRANQUILO - João Batista de Paula


O Mar da Tranquilidade pode até ficar na lua, mas o mar das ondas que vão e voltam, naquele vai e vem da vida que não param, fica aqui na terra.

 

É vida.

É movimento.

É ação

É renovação.

 

Nem todos os dias eu sorrio. Sabe por quê?

Por que há dias diferentes.

 

Há mares diferentes... Mar Vermelho.

Mar morto.

Mar de coral.

Mar mediterrânea

No mundo todo existem

Mais de cem mares.

Assim, bem assim, são os dias...

Há dias que choro.

Há dias que brinco.

Há dias que danço.

Há dias que agradeço.

Há dias que vivo o mar.

 

Um mar grande

Um mar de Deus

Um mar de vida.

Um mar de bons frutos

Um mar de rosas

 

E vivo o mar da tranquilidade...

Há dias que aplaudo.

Há dias que só observo.

Há dias que rezo.

Há dias de regozijo

Há dias de lamentações.

Há dias gloriosos.

Há dias de honra.

 

Nesse mar da vida devemos evitar a lama, o lodo e a sujeira, que geram o desencanto

 

Há dias que duvido.

Há dias da verdade.

Há dias de luta

Há dias de preguiça.

Há dias de braços cruzados.

Há belos dias.

 

Neste mar de água viva, fogo, terra, sal, ar e preciosidades, dias de sol, frio ou chuva, há presença divina: Deus

 

Há vida.

Há fé

Há esperança.

Ha o sol.

Ha chuva de bênçãos

Há gente sorrindo.

Há gente feliz.

Há certeza de que dias melhores virão.

 

O mar da Tranquilidade é você que faz.

Viva.

Faça o seu melhor.

Vale a pena nadar e navegar em águas tranquilas.

 

Lembre-se:

Há para cada coisa um tempo determinado por Deus.

Acredite se quiser.

 

Salve Deus.

O mar Tranquilo.

 

Autor: João Batista de Paula, escritor e jornalista.

Foto: produção

  

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