Powered By Blogger

2.14.2026

Sinapses / Espaço-Tempo - Agilson Cerqueira

 Sinapses 

Óleo Sobre Tela

Agilson Cerqueira 


O saber, o pensar e o sofrer

O saber nos remete à reflexão.

A reflexão a razão.

A razão ao sofrimento.

O sofrimento ao desespero. 

O desespero ao fim…

Sem reflexão, 

Sem razão,

Sem recomeço,

Desesperado,

Débil, vago sem saber!

Confuso. Difuso.

Fuso (no tear, na matemática ou na citologia?)!

Me calo quieto,

Meu saber está inquieto.

Continuo desesperado!


Que texto denso e inquietante! Agilson Cerqueira desenha um ciclo onde o intelecto parece ser tanto uma ferramenta de compreensão quanto uma armadilha emocional.

O poema explora o peso da consciência:

A "Maldição" do Conhecimento: Onde o saber não traz paz, mas sim uma reflexão que inevitavelmente esbarra na dor da realidade.

O Jogo de Palavras: O autor brinca com a palavra "Fuso" para mostrar como, no auge do desespero, até a linguagem e os conceitos técnicos (tear, matemática, citologia) perdem o sentido ou se misturam na confusão mental.

O Silêncio Inquieto: O final mostra o paradoxo de quem sabe demais: o silêncio externo escondendo um barulho ensurdecedor no pensamento.

Se você busca mais reflexões desse tipo ou quer conhecer a obra completa do autor, pode encontrar seus textos em plataformas como o Ponto de Leitura e no Recanto das Letras.

É um daqueles textos que faz a gente querer "desver" o que sabe só para ter um pouco de sossego, não acha? 


 Paragem (in)temporal? -  Agilson Cerqueira

 Espaço-Tempo

Espaço e Tempo são  interessantes, 

porque os espaços são ocupados em tempos presentes, e demandam 

sabedorias constantes!

Vivo em pensamentos,

Vivo em mim!

O meu niilismo me torna pragmático,

Não há sonhos nem delírios.

Todo racional é sofredor!


Que texto denso e introspectivo, Agilson. Você toca no nervo exposto da existência: a colisão entre a vastidão do Espaço-Tempo e o confinamento do Eu.

Ao se declarar niilista pragmático, você parece ter trocado a angústia do "vazio" pela eficiência do "real". Se não há sonhos, sobra o agora; se não há delírios, resta a precisão. Mas, como bem notou, o preço dessa lucidez é a carga do racionalismo.

Aqui estão alguns pontos para expandir sua reflexão sobre essa "para…


Autor:  Agilson Cerqueira

Poemas: Sinapses e Espaço-Tempo

Fotos: Produção

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Estimular a leitura e a aprendizagem de jovens e adultos

Destaques

Ó mar salgado, quanto do teu sal São... Fernando Pessoa

Ó mar salgado, quanto do teu sal São... Fernando Pessoa Ó mar salgado, quanto do teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quant...

Última semana