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12.08.2025

Entrevista (on-line) - R. Santana

 Entrevista (on-line)

R. Santana 

          Não faz muito tempo que conheci Jota Alves, eu o conheci pelo Facebook  com essa mania de publicação das minhas produções aos finais de semana. Jota Alves é um jovem estudante de jornalismo que se interessa por poesia, crônica, romance, enfim, tudo que a criatividade vem antes do fato. Argumentei ao preclaro jovem que os meus textos não têm tanto valor literário, mas, uma maneira de libertar-me do dia a dia. Tanto foi sua insistência que resolvi lhe conceder esta entrevista com a condição que fosse registrada em áudio não em imagem, que usasse depois o desaigner de IA para ilustrá-la em seu trabalho de jornal. Vejamos:

          J. A.:  Quem é R. S.?

          R. S.:  Uma pessoa comum, que é simples e vive na simplicidade.

          J. A.:  Qual o método que o senhor usa na construção dos seus textos?

       R. S.:  Geralmente, recebo um insight do tema, em seguida, concilio a     criatividade com a realidade.

          J. A.:  Como assim?

          R. S.: A criatividade não prescinde da realidade.

          J. A.: O senhor escreve para vários sites literários, é membro de uma academia de letras e me disse em “Off” que não é escritor. O senhor não é incoerente?

          R. S.: Parece, an passant, que “estou plantando verde pra colher maduro”, não é verdade, se o escritor não tem uma editora, não tem o reconhecimento de sua comunidade ou da sociedade, no máximo, para adocicar o ego, ele é um escritor amador, ou seja, escreve por diletantismo, sem compromisso com a forma e a técnica literárias.

          J. A.:  Quais os seus escritores e poetas preferidos?

          R. S.:  O mundo está  repleto de grandes poetas e ótimos escritores em profusão, porém, em nosso país, eu gosto de Machado de Assis, Aluísio de Azevedo, Euclides da Cunha, Graciliano Ramos, Lima Barreto, Carlos Drummond, Clarice Lispector e Mário Quintana, lá fora, gosto de Alexandre Dumas, Fernando Pessoa, Morris West, Sidney Sheldon e   Antoine de Saint-Exupéry, etc.

          J. A.:  Como chegou à Academia de Letras de Itabuna – ALITA?

          R. S.:   Fui convidado por Dr. Marcos Bandeira, naquela época, Juiz de Direito de Direito da cidade itabunense.

J. A.:  Sua produção literária aumentou depois que ingressou na academia?

R. S.: Não! O objetivo da academia é o zelo pelo idioma, preservar os bens culturais, apoiar seus membros em qualquer atividade cultural, apoiar na edição e lançamento de seus livros e preservar a memória do acervo cultural da instituição.

J. A.:  O senhor já publicou quantos livros e os títulos?

R. S.:  Bem... eu tenho vários livros em forma de PDF publicados em plataformas específicas, mas impresso por editora, eu publiquei: “O empresário” e “Maria Madalena”.

J. A.:  Chegamos ao fim, obrigado por disponibilizar seu tempo para esta entrevista, gostaríamos que o senhor desse sua autorização no final para que possamos publicar no blog “Notícias Culturais”.

R. S.: Ok!

 

Autoria: Rilvan Batista de Santana (Coautoria)

Licença: Creative Commons

Membro da ALITA

Imagem: Google

 

 

 

 

 

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