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1.06.2026

DEIXA-ME TE AMAR / O VELHO E O NOVO - Luís Pedro











DEIXA-ME TE AMAR

Deixa-me te amar

Com o coração acelerado

Com aquele amor alucinado

Com a paixão incontrolável


Deixa-me te seduzir

Te levar além do que poderia ser

Quero te mostrar outro universo

Além do simples prazer


Deixa-me te levar

Para uma caminhada de luz, sem fim

Deixa-me te conduzir

Como um maestro numa sinfonia, enfim


Deixa-me te mostrar

Que nem tudo são espinhos

Pode acreditar em mim

No perfume da rosa nos ventos finos


Deixa-me te querer

Fazer de você minha, para sempre

Te conquistar eternamente

Faze-la uma mulher diferente


Deixa-me te dominar

Mostrar as peças do tabuleiro

Onde a rainha domina

E o rei, vira seu eterno protetor guerreiro


Deixa-me te falar

Na beleza do seu olhar

Se esconde um mundo inteiro

Um arco íris verdadeiro

De cores intensas e vivas

de um brilho sem devaneio


deixa eu te contar

faz de conta que sou o primeiro

a te mostrar outro mundo, sem pesadelo

com aquele que sempre sonhou

mas nunca acreditou


Ou talvez, até tenha acreditado

mas não viveu o desejado

agora, comigo ao seu lado

iremos viver o extraordinário


Falo para ela mesmo

que naquela beleza, quero-me fixar

o tempo inteiro, todo instante

todo segundo, a cada momento estar

Autoria:  Luís Pedro

Foto: Produção


O VELHO E O NOVO

As vezes achamos que a vida é curta

Que os momentos são precisos

Que tudo é belo

Sempre com um sorriso

 

Porém, precisamos aprender

Nem tudo é, como parece ser

As coisas podem não parecer

Mas sempre, a cada segundo,

Estamos a envelhecer

 

As coisas boas da vida

Podem durar uma eternidade

Ou a metade de um piscar, com felicidade

Ao quem devemos sentir o prazer

De viver com veracidade

 

Uma criança, com sua mentalidade

Com maturidade, mas sem idade

Sofre, vive a trabalhar

Cresce, aprende, desenvolve

Coisas que nenhum adulto, vai imaginar

 

Um idoso, à sua idade

Tende a envergar, na verdade

Uma criança transformar, com os anos deformar

Mas sabemos, onde tudo pode nos levar

 

Então não julgo, ou julguemos

Ninguém, ao menos

Saber do presente, ou passado

Daquele que está em pensamentos

De como viver, ao menos

Em um mundo, onde se subtrai

Os ruins julgamentos.

 

Adulto, criança, adolescente

Todos podem ser inocentes

Todos possuem uma vida,

sem precedentes

 

Quero que saibam,

e tenham conhecimento

Que todos podem sofrer,

sem o mundo saber

Ou ser feliz, e comemorar,

com o mundo a julgar

 

Mas todos possuem uma vida

De batalhas, de lida

E ninguém está ausente

Das pancadas da vida


Autoria:  Luís Pedro

Foto: Produção


 

 

 

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