Quem teve a ideia de
cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de
ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a
esperança
fazendo-a funcionar no
limite da exaustão.
Doze meses dão para
qualquer ser humano
se cansar e entregar os
pontos.
Aí entra o milagre da
renovação e tudo começa outra vez
com outro número e outra
vontade de acreditar
que daqui pra adiante vai
ser diferente
Para você,
desejo o sonho realizado.
O amor esperado.
A esperança renovada.
Para você,
desejo todas as cores
desta vida.
Todas as alegrias que
puder sorrir.
Todas as músicas que
puder emocionar.
Para você neste novo ano,
desejo que os amigos
sejam mais cúmplices,
que sua família esteja
mais unida,
que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe
desejar tantas coisas
mas nada seria suficiente…
Então, desejo apenas que
você tenha muitos desejos. Desejos grandes e que eles possam te mover a cada minuto,
rumo a sua felicidade. Autor desconhecido
Nota: O texto inclui um poema de Roberto Pompeu de Toledo (primeira parte) e um trecho de Vilma Galvão. A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Carlos Drummond de Andrade (*)
Fonte:
O Pensador
Autoria:
Carlos Drummond de Andrade
Imagem:
Google
(*) Preferimos dar crédito a Drummond.


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Estimular a leitura e a aprendizagem de jovens e adultos