A HISTÓRIA NÃO CONTA
O
Ponto Cultura mostra a realidade tal como ela é do Jornalista e escritor João Batista de Paula.
Quem
é você?
Quem
você pensa que é?
João Batista de Paula, o cearense de Uruburetama, escritor e jornalista, filho de um vendedor de peixe e de uma lavadeira de roupa, seo João Felix, popular João Marreco e dona Maria Francelino, popular mariinha.
Joao que nunca pescou e nem lavou roupa suja. Nem lavou dinheiro sujo. Ficou famoso no Sul da Bahia, por atuar no campo da reportagem com respeito e fiel aos fatos reportados, além de escrever mensagens de auto ajuda e resenhas humorísticas.
Cidadão amável -
Trata-se de um cidadão
magnifico.
Leal,
Sincero,
Honesto.
Benigno.
Servil.
Amigo.
Otimista
Dedicado.
Humilde.
Pontual.
Amado de Deus e por seus amigos, familiares e conhecidos. Um cara de boa fe e sociável, querido, conservador das boas amizades. O que João tem dito para as amizades: vocês são raros. Se valorizem...
João Batista de Paula é um ser humano, que a cada dia procura ser melhor, sem ser candidato a Santo.
Um Ser benigno, humilde, firme e determinado nas decisões, no que fala e escreve por um mundo mais feliz.
Até do seu nome, ele mandou excluir. O Santo. Nem santo do pau oco o tal do João quer esse título.
Um escritor, um jovem de Deus, um cidadão de boa visão da realidade tal como ela é, que trabalha para o bem da humanidade com mensagens de amor e cuidado, fé e esperança, amor perfeito e altruísta.
Não sabe de nada:
O João de Paula age tão naturalmente, que não esconde de ninguém, que não sabe pintar e bordar, nem pintar o sete nem tirar leite das pedras.
Não sabe descascar abacaxi,
Nem descascar uma laranja,
Nem cortar melancia,
Nem cortar jaca,
Nem descascar cenoura e
batata,
Nem quebrar cocô.
Nem sabe vender nada, nem os
livros que escreveu.
Nao sabe vender coisa nenhuma, embora tenha cursos de Técnicas de Vendas pela Associação das Pequenas e Microempresas de Itabuna, onde também foi diretor de comunicacao na gestão do presidente Valdir Ribeiro.
João é fantástico sabe que a entrada e a saída da vida é igual para todos, que um dia seremos todos iguais.
Enfim, só sabe mesmo é bater prego em mamão maduro. Não sabe nem
acender uma vela pra Deus e outra pro Diabo.
Primeiro emprego e livro:
Seu primeiro trabalho foi no estúdio de fotografia, na sua cidade natal, aos 17 anos de idade, auxiliando o empresário e fotógrafo Benigno.
João de Paula não seguiu avante nesta profissão, porque seu sonho era ser escritor. Ele, inclusive, mandava fotografar sua pessoa ao lado dos livros de uma biblioteca, dizendo para os colegas de colégio que era a imagem dele no futuro.
Ele sempre declarou que " Sonhar não faz mal a ninguém. Ruim é ter pesadelo.
Ele também nunca comungou com o ditado popular que diz; "Não importa os meios, o que importa é fim, o resultado". João de Paula sempre acreditou na. Conquista por méritos.
Ele odeia trapaceiros, falsários, mentirosos, pessoas que se utilizam da bondade e humildade das pessoas para tirarem prefeitos ou explorarem.
Ficou agradecido ao fotógrafo Benigno que lhe deu a maior força no trabalho e para lançar seu primeiro livro intitulado: "VOCE É IMPORTANTE".
O livro teve lançamento na formatura de João nos cursos de contabilidade e magistério, em 1983, do colégio Municipal Maria Júlia Maia Bomfim.
Sempre foi um estudioso e passava de ano por media, com boas notas. Gente Boa, educado, pontual, exemplar.
Ou seja, ele passava de ano por media em notas de 7 a 8. Não faltava aula nenhuma. Estudava pela tarde e à noite, respectivamente, cursos de Magistério e Contabilidade.
Homem de brio:
Foi em 1982 para a capital Fortaleza, estudar no Colégio Estadual Liceu do Ceará, matriculado em em 35 de fevereiro de 1982, 4a. Serie.
Não se deu muito bem, mudança de sociedade total. Morava com uma tia e não era bem acolhido, mesmo seus pais banhando toda despesa da casa.
Não tratava bem porque queria que ele deixasse de ser católico para se. converter ao protestantismo.
João de Paula preferiu abandonar tudo e retornar pra casa. Uma decisão vitoriosa, porque sempre a acreditou que Deus e único, que a pessoa tem que ter a liberdade na fé.
João não aguentou a vida na cidade grande e retornou pra casa, para seu colégio, para sua igreja. No colégio Maria Júlia, contou com o apoio da professora e diretora Fatima Ávila.
Destaque em eventos:
João de Paula sempre buscou se valorizar e se destacar por sua postura, bondade e cortesia. Por fazer parte do grupo de jovens na igreja Matriz São João Batista, ministrava aulas de catequese, e durante os festejos juninos participava de quadrilhas e gincanas para arrecadação de donativos para igreja.
Na semana Santa, durante a encenação da Paixão de Cristo, o nosso jovem escritor, por ser alto e magro, fazia o papel de Jesus Cristo.
A mãe do João de Paula, dona Maria Francelino, popular mariinha, ou mariola, chorava por demais ao ver seu filho crucificado.
Nos desfiles do 7 de setembro, representava o Tiradentes. Foi quando fez seu primeiro discurso em praça pública sobre liberdade. Homem bom.
Muita influência religiosa:
João Batista de Paula teve, realmente, muita influência educacional da igreja católica através do padre Arnaldo Pestalozzi e no colégio Maria Júlia com a irmã Vasconcelos, onde aprendeu muito sobre moral e bons costumes, boas maneiras e devoção e respeito aos Santos, bem como, respeito devoção a mãe de Jesus
Participou da campanha do colégio Maria Julia para instalação da imagem de Nossa Senhora na entrada da cidade, em frente ao colégio.
Sua base educacional - foi pautada na família, igreja e escola. . Era uma educação e formação de primeira, voltada para a vida, que João Batista absorveu muito bem.
As economias do João:
Desde cedo aprendeu a poupar. A mãe do João, do Americano, do José, da Ana Célia e do Antônio dava um dinheiro para cada filho gastar nos fins de semana com os amigos, nos lanches e presentes de aniversario dos colegas.
O João de Paula ganhava a parte maior do dinheiro, por ser o mais velho da turma, visando poder participar de festas no clube.
O João sempre esperto, pegava o dinheiro e guardava. Ele ficava na praça Soares Bulcão até altas horas batendo papo com os amigos, para depois dizer em casa que tinha ido a festa.
Em seguida, o rapaz guardava aquele dinheiro e usava na compra de agendas e livros das edições paulinas, além de cartões de Natal e outras lembranças para presentear seus amigos, professores e família.
Guardava também para comprar roupa nova, para ir a igreja aos sábados e domingos, todo arrumadinho. O João até hoje é econômico. Todo mundo pensa que é rico.
Nunca foi de chorar miséria lamuriar. Fazer reclamações:
Ou seja: ganha dez, guarda
cinco. Ele declara que na hora que o café
estiver amargo,
na hora da precisão,
sabe a quem recorrer:
o cofre, a reserva, a
poupança,
para não ocupar ninguém na
hora do aperto e de pagar as contas.
Em julho de 1984, João de de Paula, chega em Itabuna, Sul da Bahia, capital do cacau. Ficou encantado com tudo e com todos.
Um pouco triste porque não participou da inauguração da igreja de Santa Luzia no Distrito Santa Luzia, em sua terra. Mesmo assim: contente por suas novas andanças em um Estado que conhecia só em fotos. E mundo novo...
Convidado para vir conhecer o Sul da Bahia, Itabuna, fazer o lançamento do seu livro, conhecer a terra do escritor Jorge Amado, o João Batista veio e ficou de vez.
Sabe por que? Por ter sido bem acolhido pelo povo grapiúna.
Recebeu apoio do padre, professor e advogado Auxêncio Costa Alves; do bispo de Itabuna, Dom Paulo Lopes de Faria, do Jornalista e Escritor, Telmo Padilha (CNPC);, dos Jornalistas Pedro Ivo Bacelar (Assessor de imprensa da Prefeitura de Itabuna, gestão Ubaldo Dantas; e de Vily Modesto (Radio Jornal e Jornal A Tarde).
A primeira entrevista:
Joao Batista ficou tão feliz com a primeira entrevista no rádio com o apresentador Vily e depois no programa do Caca Ferreira.
Foi apresentado ao jornalista e poeta José Litoral dos Reis, editor da página de poesias no Jornal Diário de Itabuna.
Um encanto!
O jornalista Joselito publicou
alguns contextos poéticos do João, que não cabia em si de tanta gratidão e
novidades positivas,
Foram adquiridos mais de mil
exemplares de livros durante uma semana, com divulgação nas igrejas,
prefeitura, comércio e Instituto do cacau, faculdade e centro de cultura.
Nos dias seguintes as pessoas falavam com João que gostaram do título do livro ele recebeu uma homenagem do artista plástico Evandro Guimarães.
O cearense, escritor de auto ajuda, foi se apaixonando pelas pessoas e pela cidade grapiúna.
Itabuna é uma cidade com mais de 300 mil habitantes. Foi aonde pela primeira vez, João de Paula, tinha andado de elevador: no prédio da prefeitura, quinto andares; no prédio da Associação Comercial com dez andares: e no Prédio do Grupo Chaves, com mais andares.
Saia de casa:
Foi ficando na cidade. e conhecendo pessoas importantes. O Assessor de Imprensa da prefeitura adquiriu umas dúzias do livro e convidou João de Paula para um almoço onde foi apresentado alguns colunistas sociais da cidade e jornalistas: Eduardo Anunciação , Ariston Caldas, Charles Henri, Jerdan Rosario.
Na mesma ocasião foi convidado para produzir um folder com a jornalista Helena Mendes, chamado "saia de casa", com informações de eventos esportivos e culturais da cidade nos finais de semana
Sucesso que se sucede:
Em seguida, o presidente da associação comercial de Itabuna, Milton Veloso, pediu para João de Paula, produzir e editar o informativo da associação. Aci noticias.
Do empresário Milton Veloso, João de Paula recebia muitos conselhos para não acreditar em fofocas, leva e traz, porque a cidade era grande, mas muita gente era parentes uns dos outros.
A secretaria executiva da Aci, Vilce Silva, manifestava todo apoio e suporte ao uruburetanense, que acabava de ser contratado.
Uma vitória constante:
A conversa era que o João de Paula, era o primeiro cearense a chegar na região vendendo livros e não redes e panelas, igual aos mascotes, vendedores ambulantes. Não desmerecendo os outros, mas um jovem educado e atencioso do Ceará para Itabuna.
Assim foi conquistando espaço e obtendo fama e prestígio no campo do trabalho. As atas das reuniões dos diretores da Associação Comercial, eram anotadas e redigidas para o jornal das regiões semanais, era o João Batista de Paula que se orgulha de toda aprendizagem e bagagem adquirida em sua pequena cidade, com seus professores e uruburetanense.
Um jovem solicitado:
Para atender aos convites e chamados para produção de jornais, revistas, encontros de liderança, o João de Paula, figura humilde e obediente, teve que comprar um celular.
O aparelho era daqueles tipo tijolão, banda larga, da Vivo. Pagou em 12 vezes pelo banco Pan Americano, para não ficar incomunicável com as entidades e seus dirigentes.
João era engraçado! Quando
ninguém telefonava pra ele, fingia
falar ao telefone para ostentar o aparelho E . celular que era caríssimo..
Quem perguntava om ele estava falando ao telefone, respondia: ninguém, brincadeira.
Ele era sim, convidado para jantares, eventos e reuniões, lançamento de livros estreia de peças teatrais com os atores e poetas Aldo Bastos, Sônia Amorim, Ramon Vane.
João de Paula, realmente, obteve sucesso e reconhecimento da sociedade por suas mensagens de amor a vida: exemplo de vida, por andar sempre elegante, trajando paletó em cada evento que comparecia; e pelas mensagens que transmitia dos seus livros Você e importante e Quem sou eu? Este último foi editado em Itabuna em formato de livreto, pura poesias.
Assim foi ampliando seus conhecimentos e amizades, sendo convidado para ser assessor de imprensa do prefeito de Itapé, Pedro Jackson Brandão. Ficou 6 anos no cargo.
Em seguida trabalhou na Tribuna do Cacau com as jornalistas Maria Antonieta e Janete Assis, na função de Repórter e revisor; e no jornal Agora com a equipe de jornalistas:
Pedro Ivo Bacelar,
Yonélio Sayd,
Kleber Torres
Rosi Barreto,
Rose Marie Galvão,
Paula Maciel; e no Jornal A
Região com Manoel Leal, o escritor ceplaqueano Hélio Pólvora e Daniel
Thame.
Umas homenagens marcantes: João de Paula foi homenageado por varias entidades, associação de moradores e sindicatos. Pela CDL recebeu destaque de melhor jornalista, na gestão de Rolembergue Macedo.
Pelo Sindicato dos Rodoviários do Sul da Bahia, por indicação dos radialistas Edna Silva e Germano Lopes.
Pelo jornal:
Correio dos Municípios, editado e produzido elo jornalista Adeildo Marques com o título personalidade municipalista.
Pela empresa Palitus, de
José Orley. Destaque empresário
do ano, pelo lançamento do Jornal Sucesso - O Jornal das Boas Noticias.
DIREITO: Direito tem, quem direito anda...
Uma das frases que Joao Batista aprendeu e costuma dizer é: A bondade é como a flor, fica bem em qualquer lugar.
Ele foi destaque no Jornal e na Revista Direitos, produzidos e editados pelo advogado, jornalista e professor Vercil Rodrigues e sua companheira Angélica Rodrigues.
No jornal, na revista e no livro publicado por Vercil Rodrigues, revela o que pensa e faz João de Paula por um mundo melhor, com paz, saúde e prosperidade, buscando viver longe da doença, pobreza e conflito.
João é sucesso que se sucede, sucessivamente sem cessar. Foi o primeiro editor da Revista Vitória da empresária Vitória Santana.
A irmandade de João:
João de Paula trouxe para morar com ele, em Itabuna, dois irmãos; Antônio Carlos, com 5 anos e ficou até os 37 anos, casou-se
pai de duas filhas, e, José Evangelista, com 33 anos, viveu até os 50 anos. Ambos
faleceram e João ficou abalado por muitos anos, com as perdas, porque
era responsáveis por eles e familia.
Enfim, fizeram parte da vida dos itabunenses. Os filhos adotivos: Depois veio outro irmão o Francisco Adalberto, popular Americano.
Este seu irmão estudou e se formou em pedagogia. Lecionou nos colégios Polivalente e Lúcia Oliveira.
Americano parece fisicamente com João e era confundido por onde andava. Ele retornou ao Ceará, pois achava o salario pouco para se manter com total independência.
Passagem pela UESC:
Em meados de 1985/86 fez vestibular para o curso de Letras com opção para Direito na Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus. Passou em primeira. chamada.
O João Batista de Paula comprou mais de 30 jornais, Diário de Itabuna, para mandar aos familiares amigos e ex colegas do colégio Maria Júlia para mostrar sua aprovação. Só alegria. Felicidade total o ingresso na unidade de ensino superior.
Joao Batista era perseguido por alguns professores do curso de linguista, por causa do sotaque cearense. Ao falar S dizia: "esse", Para o professor é: "si".
O professor de Direito dava nota baixa ao João Batista até um dia descobrir porquê o professor alegava que o estudante não portava livros, somente uma agenda .
Na verdade, a agenda era para o Joao fazer as anotações das aulas e das reportagens que fazia, vez que, estudava pela manhã e trabalhava na parte da tarde e noite...
Professores reprovavam de semestre, alegando que escrevia o próprio nome com letra minúscula. O sobre nome Paula.
Nas aulas de inglês o João de Paula sofria outra perseguição, porque sabia traduzir inglês para o português, mas não sabia formar um texto
A professora perguntava: Como foi o final de semana? O João repórter e escritor, respondia:
Eu estudei.
Eu comi.
Eu trabalhei.
Eu fui à praia.
Eu joguei.
Eu dancei.
Eu brinquei
Eu beijei muito
Eu amei.
Coitado do João! Nota baixa, outra vez, repetição de Semestre.. Não podia mudar de turno, por causa do trabalho. E refletiu e concluiu: o que importa nesta vida, são: Deus, saúde e dinheiro.
O prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira, por exemplo, era analfabeto e foi considerado o maior marajá do Brasil, porque recebia salários maiores do que o presidente da República.
Estão, nosso jornalista e escritor tocou o barco pra frente; e viveu a vida com outras boas realizações. Sempre top! Na época, não resistia aos estre e ao corre corre que largou tudo ao tempo e ao vento. Por isso, ele diz: teve passagem pela UESC.
Na política local e regional:
João Batista de Paula, U tal do João, foi convidado por diversas vezes para concorrer a uma vaga na Câmara de Vereadores de Itabuna.
A liderança e radialista Val Cabral, cadastrou Joao na convenção municipal do partido, para participar do pleito. Joao cedeu a vaga para outros candidatos
E caminhou na campanha política para eleger Augusto Castro, em 2018, quando a esposa de João saiu candidata a vereadora pelo PSB de Dr. Renato Costa.
O Augusto Castro foi eleito e eleito, mas ninguém explicou João não foi convidado para mamar nas telas do governo, vez que, são amigos e já tinham trabalhados juntos na Tribuna a Bahia, Folha de São Paulo e no Fala e Informa.
O João de Paula, o jornalista é bom de escrever, mas falar em publico se emociona e não expressa o que sente por isso, não falta em palanquem em defesa dos candidatos
Até no altar da igreja ao fazer a leitura bíblica, ele fica nervoso e tremulo.
Nas solenidades que João Batista, tem sido homenageado, quem discursa é a esposa do Joao, porque ele fica realmente emocionado, chorando pelo reconhecimento e destaque, não expressando palavras de gratidão com grandes ecos.
Popular e benquisto:
João de Paula, jornalista e humorista, por ser popular e praticar o bem, poderia ser um excelente vereador.
Veja porque o jornalista fez campanha e foi assessor parlamentar dos seguintes vereadores:
Professora Ana Carolina,
Gilson da Oficina,
Milton Gramacho e
Edson Canta Galo.
Ele também foi Assessor de imprensa da Associação dos
Aposentados da CEPLAC, nas gestões dos
presidentes:
Aristóteles Bispo dos Santos,
Oldemir Marques e Lison
Borges.
Editava o Jornal AACEP Notícias, com circulação a nível nacional - João de Paula sempre atuou com profissionalismo, competente, pontualidade e gratidão por ser útil, colaborando para o êxito e sucesso acontecerem para os outros.
Joao de Paula sempre afirmou que adorava trabalhar na política, mas por trás dos bastidores, fazendo alguém se tornar notável em uma boa campanha realizada.
Assim ele trabalhou para o chamado grupo dos prefeitos da região cacaueira. Podemos citar, por exemplo:
Itapé, Pedro Jackson Brandão;
Itaju do Colônia, Gerson;
Lomanto Júnior, Sérgio Costa,
Floresta Azul, Liete Faria,
Itajuipe, Gilka Badaró.
Em uma das viagem com os prefeitos para a capital Salvador, um dos prefeitos, Pedro Jackson Brandão comentou:
- João de Paula é
um excelente assessor, ouve e
observa mais do que fala. Agora, escreve fiel
ao que expressamos sem desviar nossos pensamentos.
Título de Cidadania:
O João Batista de Paula, jornalista e escritor, considerado um homem bom e honesto, recebeu o Título de Cidadania Itabunense em primeiro de dezembro de 1998 pela Câmara Municipal de Itabuna por indicação do vereador Milton Santos Gramacho. Ele ficou muito grato aos edis e abraçou Itabuna como sua cidade Natal
Em 28 de julho 2011, a esposa de João de Paula, Dra. Expedita Maciel Viana, também recebeu o Título de Cidadania itabunense por relevantes serviços prestados ao município através do Detran. A indicação foi do vereador Milton Santos Gramacho. Expedita é uma Mulher política e defensora da campanha compaixão animal.
Ela foi da primeira turma de estudante do curso Ciências e Matemática da Federação das Escolas Superiores de Ilhéus e Itabuna - FESPI.
.Maçonaria:
Uma das atividades do jornalista João de Paula, que a história não contou é ele ser estudante há anos da simbologia Maçônica da Loja mista do Rito de Menphis Misraim.
O CASAMENTO PERFEITO:
Joao Batista de Paula e casado desde 1999, com a sra. Expedita Maciel Viana. Não teve filhos. Encontrou a família pronta. Ele afirma até hoje que seu casamento é de um amor perfeito.
Esta foi sua maior felicidade
e acerto. Está casado há 27 anos e tem
expressado que esposa foi princesa aos
30 anos. rainha aos 40. E especial a vida
toda.
Ele o príncipe com sorte. A Expedita também é escritora. O casal tem mais de mil contextos literários. Publicados no Recanto das Letras, com temas voltados para arte de viver bem, a contemplações, a gratidão, o amor e toda beleza que vivenciamos..
Joao ê cidadão recatado, zeloso, prevenido e cuidadoso. Não gosta de perder noite, nem ir na festa e na casa dos outros sem ser convidado:
Não bebe,
não fuma,
Não joga,
Não tem vícios.
Não nada, mas dança.
Ama bolero, o tango, o grego, o forró e carimbó de dona Odete...
Na realidade tem vida pautada
pela honra:
pelo respeito,
pela virtude,
Pela pontualidade,
Pela moral, verdade e
sinceridade.
Em fazer o bem.
Uma vida bela.
Ao lado da esposa a escritora Expedita Maciel, João vive a união e o amor
perfeitos, com todas as boas qualidades do amor que vem de Deus.
A sinceridade é uma virtude:
Quando alguém falava de João de Paula, declarava o que ele falou, pode confiar... Se ele prometeu pode aguardar. Em se tratando desta pessoa, ê de total confiança.
A sinceridade também é de cumprir com os horários marcados com as outras pessoas, sem atrasos e sem gerar sofrimento ao próximo. O slogan do casal tem sido o de causar muita inveja e também muita admiração.
Ele é de Uruburetama. Ela é da capital Fortaleza. Se conheceram em Itabuna, nos anos 98 e 99.. Como afirmam: Presente de Deus.
Quando João e Expedita foram casar no civil, o juiz parabenizou, dizendo que com o tempo que tinham juntos de 8 anos, outros casais estavam se divorciando. Vocês formalizando.
Foram testemunhas:
Floriano e Maria da luz, Alexandre Lombardo e a Gorete...
Nos dias atuais:
Joao de Paula vive muito feliz com sua esposa em Dias D`ávila, alimentando cães e gatos, pássaros e macaquices. Mandou fazer uma placa com a seguinte mensagem: Nesta casa somos todos loucos uns pelos outros.
No Sul da Bahia - o João continuou sua vida na imprensa até o ano 2023. fundou o jornal Sucesso, o Jornal O produtor e jornal dos bairros com Anísio Alves, funcionário da Radio Jornal de Itabuna.
Novos livros - João de Paula voltou a escrever novos livros: coletânea que gera felicidade, com três livros: A Bíblia do inconveniente, A bela face do mal, Viva bem e Flores para um mundo melhor. Foram mais de 3 mil livros impressos. Nenhum vendido
Todos foram doados para jovens e adultos durante o decorrer dos anos e nas datas comemorativas. Foram doados como gratidão por tudo que recebeu de Itabuna.
Flores para um mundo Melhor - O último livro de sua autoria foi flores para um mundo melhor, ensinando a fazer o bem com informações que aprendeu durante 3 anos que participou da igreja Messiânica do Brasil. O livro foi lançado na TVI Itabuna, programa de Nanda Galvão. Sucesso total!
O PRECIOSO ANIMAL
Uma perda e dano sofrida pelo escritor e jornalista uruburatanense foi a morte do cachorro que tinha ganho de presente de um promotor de justiça. Era um pastor alemão branco que ficou na sua companhia por 15 anos. Todos os sábados Joao levava o precioso para passear nas praia de ilhéus e tomar água de coco. Nas segundas - feira, levava o Pet para Clinic de Dr. Valdemar para o tradicional banho e escovação dos pelos. O dog era adestrado pelo sargento Bispo e morreu do coração aos 15 anos, nos braços do Joao, após um passeio de carro na cidade João que tinha uma medalha considerada sagrada luz divina colocou com todo amor no pescoço do cachorro, como gesto de gratidão e fidelidade.
Ausência na mídia: No ano de 2026, o professor e escritor Rilvan Batista, convidou o jornalista para publicar seus contextos, uma vez que, estava ausente da mídia. O professor Rilvan Batista Santana, amigo do João de Paula, sempre lhe deu força para publicar os contextos. João sempre diz: "Eu só tenho fama, dinheiro ué é bom, nada",
Mesmo assim, ninguém nunca ficou sabendo se João estava comendo um ovo ou filé mignon. Nunca foi homem de lamuriar, reclamar, se maldizer. Um dia ele estava tirando xerox no shopping Jequitibá, quando um empresário se aproximou falando : "Que bom ver você aqui. não estava doente? Melhorou rápido. Você está bem hoje?
Ele respondeu: Estou muito Bem! Estou excelente! Estou Maravilhoso... Eu não estava doente, sofri uma amputação por causa da diabetes, mas estou muito bem! O empresário olhou pra esposa dele e falou com desprezo: - Esse aleijado quer dizer que está melhor do que eu!
A CASA DO JOÃO
A casa do jornalista parece mais uma igreja. É cheia de imagem de Santo. Ele com seu bom humor diz que o rico segue a procissão e o pobre persegue o Santo. Ele fala também que ler na cartilha "sem medo, não ha fé". João continua esperançoso, espirituoso, feliz com as bênçãos de Deus e acreditando na bondade das pessoas.
As coisas que Joao mais gosta, são: gerar felicidade e servir e conquistar a gratidão das pessoas.
João e os nomes:
João Batista de Paula, U tal do João, o João Marreco, são nomes dados a mesma pessoa de ontem, hoje e sempre.
Ele é sim, um amigão,, cidadão autêntico, bem humorado e que faz resenhas para a gente refletir e ver a vida com nuances de felicidade. João de Paula está presente no Facebook com seus contextos, estórias e historias .
Em Dias D`ávila:
Está residindo com a esposa em
um Sítio, no município de Dias D´ávila, contemplando as flores e frutos, aves e
animais.
Plantou com a esposa Expedita Maciel:
carambola,
amora,
jaboticaba,
pitanga,
laranja,
limão,
mangueira,
seriguela,
Cajarana,
abacate. É um pequeno paraíso...
Novas amizades: Conheceu o escritor e historiador de Dias D`ávila, Fernando Gismeno, autor de mais de dez livros... Ganhou amizade de alguns empresários da cidade.
Conheceu o padre Avelino, fundador da cidade Santa, que fica uns três quilômetros do sitio do casal de escritores mais feliz da Bahia. Vive muito feliz e com muita gratidão a Deus pelo amor a vida.
João de Paula é, sinceramente, aquele farol de luz a iluminar a vida das criaturas que acercam dele.
João Batista de Paula, o jornalista do bem, é magnífico companheiro, bom exemplo de pessoa, com qualidades que valem a pena ser vivenciadas.
Um poço de amor altruísta, paciência, gratidão, bons costumes, bondade e cortesia, qualidades que faltam na maioria dos homens da atualidade. Uma estrela que brilha. Presente de Deus!
Autoria: João de Paula – escritor e jornalista
Foto: Produção
Link: rilvanbatistadesantana.blogspot.com

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